Portuguese English

Os Presidentes do Comité Olímpico de Portugal

GP Eleições no Comité Olímpico de Portugal

José Manuel Constantino Venceu

José Manuel Constantino venceu as eleições para o Comité Olímpico de Portugal (COP) (92-67). Nunca, desde os anos cinquenta, as eleições foram tão disputadas. Os nossos parabéns ao candidato vencedor bem como a Manuel Marques da Silva na medida em que se existe área social em que só é derrotado quem desiste de lutar é o desporto.

Boletin do Comité Internacional dos Jogos Olímpicos

Bulletin du Comité International

Carta Olímpica II

Valores do Olimpismo

Quais são os valores do Olimpismo?

São, antes de tudo, os valores da competição organizada para um mundo em paz que Pierre de Coubertin foi buscar a Inglaterra à escola pública de Rugby da qual Thomas Arnold (1795-1842), o grande inspirador do desporto moderno, tinha sido diretor. E foram os valores mais nobres e leais da competição para a construção de um Mundo em Paz que levaram Coubertin em 1894 a abandonar o “Comité pour la Propagation des Exercises Physiques” que com Jules Simon (1814-896) tinha fundado em 1888 para fundar o “Comité International des Jeux Olympiques” e a institucionalizar a realização dos Jogos Olímpicos da era moderna a fim de conduzir para os terrenos da competição desportivas as disputas belicistas que, ao tempo, dominavam as relações entre Estados.Segundo a Regra 3 da Carta Olímpica (CO) que trata dos Princípios Fundamentais do Olimpismo este consubstancia-se na:

Ação, concertada, organizada, universal e permanente, levada a efeito sob a autoridade suprema do COI, de todos os indivíduos e entidades inspiradas pelos valores do Olimpismo.

Diz bem: a ação “de todos os indivíduos e entidades inspiradas pelos valores do Olimpismo”. Até porque, como a própria CO diz:

O Olimpismo é uma filosofia de vida que coloca o desporto ao serviço da humanidade.

Quer dizer, o MO não é uma entidade fechada, antes pelo contrário, integra todos “os indivíduos e entidades inspiradas pelos valores do Olimpismo”.

Carta Olímpica I

Carta Olímpica 2011O Desporto ao Serviço da Humanidade

O Olimpismo é uma filosofia de vida que coloca o desporto ao serviço da humanidade. Na sua versão de 8 de Julho de 2011 a Carta Olímpica (CO) organiza os princípios fundamentais do Olimpismo, das regras e dos textos de aplicação adotados pelo Comité Olímpico Internacional (COI). Regulamenta a organização, as ações e o funcionamento do Movimento Olímpico (MO) e fixa as condições para a celebração dos Jogos Olímpicos (JO). Na sua essência, a CO tem três objetivos principais:

  1. Enquanto documento de base de natureza constitucional, fixa e apela aos princípios fundamentais e valores essenciais do Olimpismo;
  2. Serve igualmente de Estatutos para o Comité Olímpico Internacional;
  3. Define os direitos e obrigações recíprocas dos três principais constituintes do MO, nomeadamente o Comité Olímpico Internacional, as Federações Internacionais e os Comités Nacionais Olímpicos, bem como os Comités Organizadores dos Jogos Olímpicos, aos quais é pedido que se conformem com a Carta Olímpica.

Olimpismo e Misoginia

Desculpas de Mau Pagador

Gustavo Pires

Bem vistas as coisas, à exceção dos Jogos Olímpicos (JO) de Atenas que decorreram em condições muito especiais, de uma maneira ou de outra, as mulheres sempre participaram e estiveram envolvidas nos JO.

Por exemplo, se nos JO de Paris (1900) as mulheres competiram em ténis e golfe, também participavam nas mais diversas atividades sociais de tal maneira que na Carta Olímpica (CO) de 1921 ficou devidamente registado que as mulheres dos presidentes das Federações Internacionais (FI) tinham direito a um lugar junto dos respetivos maridos na tribuna de honra dos JO.

Olimpismo e Lágrimas de Crocodilo

Dinheiro VivoDinheiro Vivo

Pierre de Coubertin (1863-1937) foi um exemplo de abnegação em defesa do neo-olimpismo como ele lhe chamava. E a sua generosidade foi de tal maneira elevada que acabou por delapidar o património da família ao serviço do Comité Olímpico Internacional (COI). Nos primórdios do desporto foram muitos senão todos os dirigentes que, à custa do seu próprio património, levantaram um empreendimento à escala do Planeta. Pagavam uma cota anual ao COI, as deslocações e as estadias decorriam por conta deles, muitas vezes, avançaram com o seu próprio dinheiro a fim de pagarem as atividades da organização.

Comité Olímpico de Portugal

Análise da Situação Financeira - Balanço e Contas de 2011

José Pinto Correia

Exposição de Motivos

Tendo por base o “Balanço e Contas do Comité Olímpico de Portugal (COP) de 2011”, que se encontra devidamente publicado, iremos proceder à realização de uma análise da respectiva situação financeira, usando para tal as bases teóricas e práticas da denominada teoria clássica.

Este trabalho tem o objectivo de fornecer indicações sobre a sustentabilidade e adequação da situação financeira do COP no período em análise (2010 e 2011), também o de poder ser um instrumento que possa servir para divulgar este tipo de informação financeira por todos quantos têm interesse nas actividades do COP e na introdução de um maior nível de transparência das actividades de governação financeira das organizações desportivas nacionais.

A Síndrome de Kallipateira

As Mulheres no Desporto

Gustavo Pires

Quando se fala da pouca participação das mulheres no desporto a primeira coisa que acontece é começar-se a zurzir na figura de Pierre de Coubertin porque, dizem, o homem não gostava de ver as mulheres a praticar desporto. Vão à Wikipédia, tiram umas notas, e desatam a lucubrar sobre a desgraçada situação das mulheres no que diz respeito à prática desportiva cujo primeiro responsável foi Coubertin que acusam de misoginia. Depois, perante os números respeitantes ao género nos Jogos Olímpicos de Londres concluem solenemente que “as certezas do barão de Coubertin caíram por terra”. Estão enganados.

O Olimpismo e o 25 de Abril

Olimpismo & Democracia

Uma das questões que mais perturbou a vida do Comité Olímpico de Portugal (COP) durante os últimos oito anos foram os pagamentos que alguns dos seus dirigentes desportivos receberam a começar pelo seu presidente que, para além da reforma que auferia do Estado, se fez pagar de uma choruda soma sem que, hoje, se saiba, no âmbito da lei portuguesa, com que cobertura legal e com que tipo de descontos para a segurança social e afins.

Páginas

Subscreva Fórum Olímpico de Portugal RSS

Menu principal

by Dr. Radut