Portuguese English

Efeito de Ídolo

Onde Estão as Políticas Públicas?

O País, nos últimos dias, foi agradavelmente surpreendido por resultados desportivos de significado: no ténis com João Sousa; no ciclismo com Rui Costa; no atletismo com Rui Silva; e no tiro com João Costa. Tudo isto, para além dos feitos excecionais de Nelson Évora e Vanessa Fernandes nos Jogos Olímpicos de Pequim e nos Jogos Olímpicos de Londres de Emanuel Silva e Fernando Pimenta.

A obtenção de resultados em competições internacionais tem sido uma agradável constante de há vários anos a esta parte em diversas modalidades desportivas individuais. Se considerarmos o que se passa no futebol, uma modalidade coletiva, então, podemos concluir que Portugal só não tem um nível desportivo digno de um país desenvolvido por ausência completa de políticas públicas que vão da educação desportiva ao alto rendimento.

Miguel Relvas nos Jogos Olímpicos

Vocês não se Indignam com a Impunidade que Percorre Portugal?

Depois do cartaz do “Vai Estudar Relvas” ter estado na Volta à França em bicicleta e nos Jogos Olímpicos de Londres (2012) os apupos, desta feita orais, chegaram aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016).

No passado dia 11 de setembro de 2013 um grupo de emigrantes portugueses protagonizou um protesto contra o ex-ministro chamando-lhe “aldrabão” e “ladrão”, “vai estudar” “nem aqui te dão o diploma”. A gravação da manifestação está no YouTube para quem quiser ver.

O Novo Presidente do Comité Olímpico Internacional

Mais Força, Mais Prestígio, Mais Recursos

Jacques Rogge, pela sua honestidade, dedicação e competência, deve ter sido, desde sempre, a nível Mundial, um dos melhores dirigentes desportivos do Movimento Olímpico (MO). Ao cabo de 12 anos de liderança, de acordo com a norma, paulatinamente e com a maior das dignidades, deixou o Comité Olímpico Internacional (COI) com mais força, com mais prestígio e com mais recursos.

Estas três dádivas permitem ao COI, não só organizar um futuro radioso como acudir a eventuais crises que possam imprevisivelmente vir a acontecer. Por isso, Jacques Rogge será avaliado por aquilo que fez mas, também, por aquilo que o seu sucessor o alemão Thomas Bach, eleito no passado dia 11 de setembro, de 2013, vai ser capaz de fazer com a organização de sucesso que recebeu.

Comité Olímpico de Portugal

Ao Serviço do Governo

Segundo notícia do COP (26.07.2013) [1] realizou-se a cerimónia de assinatura dos contratos-programa para o ciclo olímpico e paralímpico Rio 2016.

José Manuel Constantino, no final da cerimónia, comentou o acordo hoje assinado. "É um pacote financeiro que tem algum significado comparativamente ao do ciclo anterior, mas em relação ao presente ano não se verificaram alterações significativas. O que vai ser recebido em 2013 é que vai provocar dificuldades, porque o próprio COP vai ter de assumir parte das responsabilidades que deveriam ser assumidas pelo Governo. O Governo deu-nos conta de que não tem meios para disponibilizar mais recursos financeiros, portanto vamos nós assumir, com a garantia do Governo de que será recuperado o investimento no exercício de 2014".

O presidente do Comité Olímpico de Portugal manifestou, contudo, a sua compreensão para o facto, dado que a "situação muito difícil do ponto de vista financeiro obriga a que estes processos sejam também eles excecionais. O Governo está sujeito à insuficiência de meios que tem para apoiar os processos de desenvolvimento desportivo. Como tal, pode dizer-se que em 2014 se inicia efetivamente e na sua plenitude o programa de preparação olímpica, porque até ao final de 2013 é a continuidade do que se iniciou em janeiro".

Como é que alguém pode garantir que em 2014 vai resolver os problemas deixados de 2013? Como é que alguém pode sequer pensar que 2014 vai ser mais favorável do que 2013? Como é que é possível que o COP, tal qual repartição pública ao serviço do Governo, esteja a financiar o próprio Governo?


Olimpismo & Direitos Humanos

Quem Defende os Atletas?

O Comité Olímpico de Portugal (COP) convocou a Assembleia Eletiva para a Comissão de Atletas Olímpicos (CAO) para o mandato 2013-2016. A apresentação de candidaturas foi realizada até ontem, dia 16 de setembro. É tempo de aparecer gente que, dentro do COP, para além de todos os incómodos que nunca serão poucos, esteja verdadeiramente interessada em defender os interesses dos Atletas Olímpicos, porque, como diria Pierre de Coubertin, para que possam existir muitos praticantes desportivos é necessário que alguns, tais como, entre nós:

Alto Comissário da Casa Olímpica

Para Quem é ...

A recente notícia acerca da institucionalizção de um "Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa no Brasil" leva-nos a formular a seguinte questão:

Como é  que é possível que o Comité Olímpico de Portugal que, de acordo com a Carta Olímpica, deve defender "... um estilo de vida fundado no prazer do esforço, no valor educativo do bom exemplo, na responsabilidade social e no respeito pelos princípios éticos fundamentais universais" pode, através do seu presidente, estar metido no assunto?

Entretanto, recordamos que "o Olimpismo é uma filosofia de vida que coloca o desporto ao serviço do desenvolvimento humano".

Por isso, custa-nos ver nomes queridos e respeitados do Movimento Olímpico nacional, como o de Rosa Mota, associados a este projeto (como refere a RevistaVisão (nº 1066  de 8 a 14 de agosto de 2013) que, pela sua liderança, para além de não merecer a mínima confiança não transmite qualquer credibilidade, tanto no País como no estrangeiro, em especial nos países de língua portuguesa que acompanham a vida nacional com significativo interesse.

Fernando Pimenta

Quem Protege os Direitos de Fernando Pimenta?

Gustavo Pires

Primeiro elevaram-no aos pícaros da glória, agora, trata-se de o fazer descer aos infernos da mediática exploração do Homem pelo Homem. E a comunicação social, perante a olímpica indiferença do Comité Olímpico de Portugal (COP), já está a tratar do assunto. E diz:

Fernando Pimenta nega-se a representar Portugal.

Contudo, bem vistas as coisas, trata-se precisamente do contrário. Fernando Pimenta quer representar ainda mais Portugal. Já o fazia em K2 e em K4. Agora, também quer fazê-lo em K1. Para o efeito, até já ganhou duas medalhas de ouro.

O Desporto como Valor

Educação & Futuro

Manuel Sérgio

Como pode negar-se o lugar proeminente que o Desporto ocupa, no mundo actual? Tanto o desporto social como o desporto espectáculo: aquele compreendendo o desporto-educação e o desporto-lazer; este manifestando-se, através do desporto de desempenho (ou de alta competição, ou de alto rendimento)  .

José Manuel Gomes Tubino e a FIEP

Manoel José Gomes Tubino, laboriosa e gloriosa figura do desporto brasileiro e antigo presidente da FIEP  (Fédération Internationale d’Éducation Physique), escreveu uma obra monumental, intitulada Dicionário Enciclopédico TUBINO do Esporte. Nela se encontram os mais importantes documentos, já considerados clássicos, do Desporto e da chamada Educação Física.

“A origem desses documentos é a mais diversa possível, pois vêm dos organismos internacionais da Educação Física e do Esporte (FIEP e ICSSPE), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), do COI (Comité Olímpico Internacional) e outras instituições que resolveram oferecer posicionamentos à comunidade esportiva”. (op. cit., p. 576)

Zelando e guardando os valores que tradicionalmente definem o Desporto, estes documentos estão gravados, em síntese, na International Physical Education and Sports Charter da UNESCO (1978).

Na emergência de…

...um desporto falido

Fernando Tenreiro (*)

A pergunta de um milhão de euros do nosso desporto é: Se há projectos e áreas como o futebol que são preponderantes no desporto português e simultaneamente prejudicam o  desenvolvimento económico do setor, que política económica e social, através do desporto, beneficiará 11 milhões de portugueses e o PIB?

Eleições para a Presidência do COI

Sergey Bubka... Será ele o vencedor?

Quando só havia dois nomes (GER e SIN), a eleição parecia vir a ser um 'passeio no parque', a favor do T. Bach... Depois, lá surgiu o D. Oswald mas, na europa, 'as fichas' continuavam todas no alemão...

Mais tarde, numa disputa meramente regional, lá apareceu o candidato da formosa, sem alterar a correlação de forças existente... E aí, na lógica vigente de afirmação continental, teve que surgir 'alguém' das américas, para entreter os 'comentadores'...

Páginas

Subscreva Fórum Olímpico de Portugal RSS

Menu principal

by Dr. Radut