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Estudos Olímpicos - Simpósio - Maputo 2010

Steinhilber

Países de Língua Portuguesa

No âmbito dos trabalhos do XIII Congresso de Ciências do Desporto e Educação Física dos Países de Língua Portuguesa realizou-se um simpósio no domínio dos Estudos Olímpicos. Este simposio ficou-se a dever ao entusiasmo do Prof. Alberto Reppold da Universidade  do Rio Grande do Sul - Brasil que liderou o processo e ao empenho do Prof. António Prista da Universidade Pedagógica - Moçambique que foi o responsável pela realização do Congresso.

Das várias intervenções que vamos passar a divulgar, destacamos a do Prof Jorge Steinhilber que agora com a devida vénia passamos a apresentar.

Valores Olímpicos

Otávio Tavares

Valores Olímpicos no Séc. XXI

Otávio Tavares

Toda mudança gera, freqüentemente, expectativas e reflexões. Isto é particularmente verdadeiro quando pensamos nos ciclos de tempo. Ao contrário do processo social, que se realiza de maneira longa e quase sempre intangível, a organização humana da contagem dos ciclos do tempo nos fornece um referencial concreto e regular para pensarmos a própria existência. Assim, a passagem dos anos, décadas, séculos e milênios nos sugere verdadeiramente o encerramento de um período e início de um novo. O sentido simbólico da mudança de calendário é forte o bastante para que pensemos que realmente um período da história acabou e outro está para começar. 

Marc Hodler

Marc Hodler

A Estória de um Membro do COI

Gustavo Pires 

Todos os homens têm a sua pequena estória para contar, geralmente insignificante, enigmática e pessoalíssima. Marc Hodler (1918-2006) também tinha a sua mas não era aquela que, seguramente, foi a estória mais importante da sua vida.

O suiço Marc Hodler ficou para a história do Movimento Olímpico internacional como o homem que em 1998 denunciou a corrupção relativa aos processos de candidatura à organização do Jogos Olímpicos, concretamente quanto à candidatura de Salt Lake City (2002). Ao fazê-lo, desencadeou uma das maiores crises de sempre no Comité Olímpico Internacional (COI) uma organização que ao longo da sua história passou por enormes crises e bem complicadas.

Cem Anos

Comité Olímpico de Portugal

Do Sr. Prof. João Marreiros recebemos a informação que agora se divulga. O FOP agradece. Aqui ficam mais dados para os cem anos do Comité Olímpico de Portugal.

Ao efectuarmos os nossos trabalhos de pesquisa sobre a data da fundação do Comité Olímpico Português encontrámos na Internet um blogue sobre o Remo.
Com a devida vénia a Carlos Henriques que pretende publicar no seu blogue actos desconhecidos sobre a história dos desportos náuticos, pretendendo ainda colocar a sua beleza em destaque através do seguinte endereço: 

 
Os documentos do Comité Olímpico Português são alusivos à trágica morte do Maratonista Francisco lázaro nos Jogos Olímpicos que se realizaram no ano de 1912, na cidade de Estocolmo.

Este documento timbrado, do Comité Olympico Português, menciona o valor com que subscreveu o Clube Naval de Lisboa, para o mausoléu de Francisco Lázaro. Curioso é a palavra Olympico estar escrita com y e o carimbo azul ser da Sociedade Promotora de Educação Physica Nacional, cuja sede funcionava no Centro Nacional de Esgrima, no Largo do Picadeiro em Lisboa, nas cercanias do Teatro S. Carlos.

História dos Desportos Náuticos

Remo

http://remo-historia.blogspot.com/

Carlos Henriques

Treinador desde 1985 (CFP, CNL, ANL, CNOCA); Fundador da ARL; Fundador da Antremo; Director da FPR; Membro da Comissão Executiva do Comité Paralímpico; ex Presidente do CNL.

O Blogue do Sr. Carlos Henriques é de visita obrigatória para aqueles que se interessam pela história do desporto nacional. 

Biografia

Melo de CarvalhoAlfredo Melo de Carvalho

Eugénio Costa Ruivo
 
Ruivo, Eugénio Costa (2010). Alfredo Melo de Carvalho - Vida e Obra - Contributo para a História da Educação Física e do Desporto em Portugal. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.
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A publicação do trabalho de retrospectiva sobre a Vida e Obra do professor de Educação Física Alfredo Melo de Carvalho, corresponde ao desafio e à necessidade para as gerações actuais de estudantes do curso de Educação Física, professores, dirigentes de clubes desportivos, autarcas de juntas e de câmaras, atletas e pessoas que realizam um treino de manutenção regular da actividade física de lazer, desporto no trabalho, e de melhoramento da sua condição física de deixar matéria de estudo e de análise.
 

Instalações Públicas Desportivas

Piscina lazerInstalações Públicas Desportivas

Política de Preços

José Pinto Correia (*)

Em Portugal não se discute correntemente a racionalidade económica e política que está na base dos preços associados à prática desportiva. Nem os que respeitam aos preços que os clubes desportivos praticam para os seus associados ou discriminatoriamente para os praticantes ocasionais não-associados. Nem aqueles outros preços que as entidades públicas detentoras da propriedade e/ou da gestão de instalações desportivas diversas praticam nos acessos individuais e de grupo aquelas infra-estruturas desportivas.

Jogos Olímpicos

José Soares

Uma Visão Empresarial do Nosso Rendimento

José Soares
 
Existe em Portugal e, muito provavelmente, noutros países - particularmente nos mais subdesenvolvidos - uma tendência para exigir ao desporto aquilo que não exigimos a nós próprios. Queremos que um país que se situa muito abaixo da média europeia na maioria dos parâmetros pelos quais se mede o desenvolvimento de um Estado consiga ter uma performance semelhante à conseguida pelos povos que, ao longo dos anos mais recentes da História, se têm mantido na frente do pelotão. Se fizermos uma analogia com as empresas, é pedirmos aos nossos empresários das PME que compitam com as companhias de maior prestígio da Europa ou do mundo. É claro que há excepções: mas não são mais do que isso: encontram-se fora da mancha de concentração. São outsiders.

A Empresa como Organismo Vivo

José Soares

O Corpo como Exemplo de Boas Práticas

José Soares

 
José Soares (52), é professor catedrático de Fisiologia na Faculdade de Ciências do Desporto da Universidade do Porto. A sua actividade profissional está também ligada ao desporto de alto rendimento.
José Soares, na linha de Gareth Morgan trás o poder da metáfora biológica para o mundo da gestão e da organização das empresas. A originalidade do seu trabalho está no facto de ter construído um conjunto de analogias entre diversos aspectos biológicos da condição humana bem como das doenças que afectam o homem e colocá-los ao serviço de uma melhor compreensão do que se passa no mundo das empresas. A partir daí, José Soares procura definir o ”antibiótico” ajustado à resolução dos problemas.

Religião Olímpica

Coubertin RádioPierre de Coubertin (1863-1937)

A primeira característica essencial do Olimpismo antigo tal como do Olimpismo moderno, é o de ser uma religião. Ao cinzelar o seu corpo pelo exercício como o faz um escultor de uma estátua, o atleta antigo “honrava os deuses”. Ao fazer o mesmo, o atleta moderno exalta a sua pátria, a sua raça, a sua bandeira. Penso pois que tive razão ao restaurar desde o princípio, à volta do Olimpismo renovado, um sentimento religioso transformado e engrandecido pelo Internacionalismo e a Democracia que distinguem os tempos actuais, mas o mesmo portanto que conduzia os jovens helenos ambiciosos do triunfo dos seus músculos, junto dos altares de Zeus. 

Entrevista à “Radio de Genève” em 4 de Agosto de 1935
in: Pierre de Coubertin Textes Choisis – TOM IIII – Olimpisme, p. 435

 

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