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O Currículo Desportivo do Rei D. Carlos

Dom CarlosD. Carlos I – O Mal Compreendido

Gustavo Pires
 
O Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, inaugurou no passado dia 1 de Fevereiro de 2008 em Cascais, uma estátua de D. Carlos que representa o rei no iate “Amélia”, uma obra que homenageia um monarca que ficará para a história de Portugal como o “mal compreendido”.

O COP e o Fim da História

A Data da sua Fundação

José Pinto Correia (*) 

 Prestou o Senhor Engenheiro Lima Bello algumas informações e esclarecimentos sobre o artigo publicado pelo Fórum Olímpico de Portugal sobre a perspectiva histórica da fundação do Comité Olímpico de Portugal.

Esses esclarecimentos estão aqui no sítio do FOP. Mas merecem que sobre o verdadeiro sentido e significado da história, da sua veracidade e verdade objectiva se façam alguns inevitáveis comentários, tendo nomeadamente em consideração a relevância das anteriores e actuais funções do Engenheiro Lima Bello no Movimento Olímpico nacional e internacional.

O Movimento Olímpico em Portugal

O Conde de Fontalva

2º Presidente do Comité Olímpico Português

Está por fazer a história do Movimento Olímpico. Sobretudo a relativa ao período que decorre entre 1913 após a morte de Mauperrin Santos (13/06/1857- 15/12/1913) primeiro Presidente do Comité Olímpico Português fundado em 30 de Abril de 1912, e 1924 quando José Pontes foi eleito Presidente do COP em substituição do Com.te Prestes Salgueiro que tinha sido indigitado em 1919 para fazer ressurgir o Movimento Olímpico em Portugal a fim de preparar a equipa portuguesa para participar nos Jogos Olímpicos de 1920 que se realizavam em Antuérpia.

Dos vários assuntos a tratar relativamente a este período está certamente o do Conde de Fontalva.

Francisco Lázaro

Francisco LázaroA Emborcação no Treino

 Gustavo Pires

Na “Revue Olympique” nº 80 de agosto de 1912 pode ler-se que, pela primeira vez, desde que os Jogos Olímpicos foram restaurados, o Movimento Olímpico foi atingido pelo luto quando um corredor português sofreu um golpe de insolação que lhe foi fatal. Francisco Lázaro morreu no dia seguinte num hostpital de Estocolmo.

Ao cabo de dezasseis anos, desde que os Jogos Olímpicos da era moderna tinham, pela primeira vez, acontecido em Atenas no ano de 1896, morreu um atleta em plena competição. Diz o articulista que apesar da prova ter sido realizada num período quente do dia, o que é facto é que o colapso do atleta não poder ser atribuído ao ligeiro calor sueco (légère chaleur suédoise) uma vez que o calor em Portugal, a que o atleta estava habituado, era muito mais intenso. E o articulista avança para a suposição de que seria muito mais provável que o colapso de Francisco Lázaro (1888-1912) tivesse sido provocado por uma qualquer causa intestinal.

Francisco Lázaro era carpinteiro de uma fábrica de carroçarias de automóveis na Travessa dos Fiéis de Deus no Bairro Alto em Lisboa, foi o porta-estandarte da equipa portuguesa que participou nos Jogos da V Olimpíada da era moderna.

Olimpismo & Desenvolvimento Humano

Logo Olímpico com pessoas

COI & ACNUR

Jacques Rogge, Presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) e António Guterres, Alto Comissário Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), reuniram-se em 13 de Junho, na sede do COI em Lausanne, para fazerem uma avaliação dos projectos conjuntos realizados nos últimos 13 anos, bem como para perspectivarem os projectos a desenvolverem no futuro. 

O Espírito de Evangelis Zapas

O Espírito de Evangelis Zappas

Paira sobre o Movimento Olímpico

Se a origem dos Jogos Olímpicos da Grécia antiga está ligada a muitas lendas e mitos, a dos da era moderna não o está menos. Desde logo, pelo nome dos protagonistas responsáveis pela sua institucionalização.

Entre as várias lendas e mitos está precisamente a do monopólio atribuído a Pierre de Coubertin.

De facto, os créditos deviam pertencer também ao médico britânico William Penny Brookes (1809-1895) de Much Wenlock no Shropshire e, sobretudo, ao grego Evangelis Zappas (1800-1865) (na foto).

Londres 2012

Big BenCustos, Legados & Política Desportiva

 
A candidatura à realização de uns Jogos Olímpicos é uma questão muito séria. Foi esta a ideia das palavras de Jacques Rogge presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) ao rejeitar a possibilidade de se proceder a uma rotação continental da realização dos Jogos Olímpicos (1), prática esta já assumida pela Federação Internacional de Futebol no que se refere ao Campeonato do Mundo.
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Neste domínio, o COI, felizmente, “não brinca em serviço”, pelo que actualmente pelos exigentes cadernos de encargos bem como pelos apertados sistemas de controlo, toda e qualquer "aventura olímpica" está pura e simplesmente condenada ao fracasso.
Para alé do mais, depois da experiência de Atenas o COI dificilmente embarcará em projectos que lhe possam causar a mínima “dor de cabeça”.
Hoje, estamos convictos que foi precisamente para evitar toda e qualquer dor de cabeça, que o COI preteriu Paris em favor de Londres na dramática escolha final da cidade que organizaria os Jogos de 2012.

Manuel Sérgio - Algumas Teses Sobre Desporto

Algumas Teses Sobre Desporto

O Desastre do Olimpismo

Prefácio de Francisco Louçã  (ISEG-UTL)
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Algumas Teses Sobre o Desporto, de Manuel Sérgio. É um livro surpreendente. Lê-se de um fôlego. Embora não lhe faltem facetas surpreendentes e contornos inesperados: a sua unidade é enunciada entre tempos diferentes e reflexões que surpreenderão. Mas existe unidade: um pensamento crítico acerca do desporto. Das suas normas e arquétipos – e é esse nível de reflexão que levará o leitor a deixar-se convidar para o debate que o livro lhe coloca no colo.
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É, portanto, um livro necessário. Porque se esvaem agora os louros de Sydney, mas fica sempre a religiosidade semanal dos estádios de futebol, ou a mediatização extremada ao populismo da vida e dos feitos dos ídolos desportivos. Tal é a rotina: ao ponto em que nos surpreendemos quando um qualquer momentâneo personagem do Big Brother ganha as luzes da ribalta. Sem nos perguntarmos como é que os deuses do desporto. Ou os seus arcanjos. Já lá moram há tanto tempo, em tudo parecidos na cultura, na comunicação, nas suas vidas e nas suas representações.

Relatório sobre as Finanças do Futebol Europeu da Deloitte

Teoria da Conspiração

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