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Fundação do Comité Olímpico de Portugal

30 de Abril de 1912

O Comité Olímpico Português foi fundado em 30 de Abril de 1912 com a finalidade de organizar a equipa portuguesa que ia participar nos Jogos Olímpicos da V Olimpíada que se realizavam em Estocolmo. "Os Sports Ilustrados" jornal dirigido por José Pontes  um "sportman" de grande prestígio e credibilidade que viria a ser presidente do Comité Olímpico Português e representante em Portugal do Comité Olímpico Internacional anunciou a 4 de Maio de 1912 tal acontecimento. Nesta conformidade, no próximo dia 30 de Abril deverá ser comemorado o centenário do Comité Olímpico de Portugal.

Notícia da Fundação do Comité Olímpico Português

Fundação do COP

 

 

 

 

Fundação do COP

Centenário do Comité Olímpico de Portugal

Comité Olímpico Português - 1912-2012

O Cinquenteário do COP Comemorou-se em 1962

 

O ofício de Nobre Guedes ao tempo Presidente do Comité Olímpico Português para Otto Mayer o chanceler do Comité Olímpico Internacional informando-o de que o COP comemorou o quinquagésimo aniversário em 1962 é mais uma prova de que o COP ao ter comemorado o centenário em 2009 cometeu um enorme equívoco histórico.

Mas não foi só Nobre Guedes a informar a ocorrência. Também Aníbal Vieira Secretário-geral do Comité Olímpico de Português enviou uma placa comemorativa do cinquentenário do COP a Lydie Zanchi Secretária do Comité Olímpico internacional.

 

A Questão da Fundação do COP

A Placa Comemorativa do Cinquentenário

Gustavo Pires

O Comité Olímpico de Portugal (COP), durante o ano de 2009, comemorou os seus cem anos de vida, mais concretamente a 26 de Outubro que é a data que nos seus estatutos consta como a da sua fundação em 1909.
O problema é que o COP comemorou cem anos, sem que os tenha cumprido, na medida em que a data em causa, segundo muitos investigadores que se têm dedicado ao estudo do Movimento Olímpico em Portugal não tem nem a consistência nem a credibilidade necessárias. De facto, a referida data, de há diversos anos a esta parte, tem sido posta em causa, desde logo pelo antigo Inspector Superior da Direcção Geral dos Desportos, Dr. Orlando Azinhais, bem como pelo jornalista do Diário de Notícias Sequeira Andrade e até pelo actual presidente da Confederação do Desporto de Portugal o Prof. Carlos Cardoso.

O Caso do Olimpismo Português

COPJoão Sequeira Andrade (*)

Desde 1984 que o problema da fundação do Comité Olímpico de Portugal tem motivado troca de opiniões e diferentes conclusões.

Em rigor, porém, a questão foi inicialmente levantada em 1979, quando no seio do próprio Comité o dr. Orlando Azinhais se apercebeu de que se intentava a comemoração das Bodas de Diamante em 1984.

Incidentalmente induzido pelas circunstâncias, também o autor destas linhas se envolveu na problemática, ora reacendida pela leitura das primeiras páginas do livro «100 Anos de Olimpismo em Portugal», obra excelente do Prof. Carlos Cardoso.

Por isso nos obrigámos a reunir todos os factos e mais elementos indispensáveis ao cabal esclarecimento daqueles acontecimentos de há 100 anos.

A Monarquia o Olimpismo e a República

A Questão da Fundação do COP

Gustavo Pires
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A carta de aceitação do cargo de “Encarregado de Negócios em Portugal do Comité Olímpico Internacional” escrita por indicação de D. Carlos Rei de Portugal, por António Lencastre em 9 de Junho de 1906 a Pierre de Coubertin, tem a dignidade necessária para ser considerada como a da fundação do Comité Olímpico de Portugal (COP). Segundo julgamos saber, foi pela primeira vez publicada em Portugal pelo Norte Desportivo em 10 de Junho de 2006, quer dizer, cem anos e um dia depois de ter sido enviada. Nela pode ler-se:

“Le Comité Olympic International, dû à votre obligeance, tiendrait à m’elire représentant de mon pays ou sein de votre honorable compagnie. Touché de votre bienveillance je m’expresse de porter à votre connaissance que j’accèpte votre indication avec le plus grand plaisir, soucieux de’apporter mon concours à votre œuvre. ... ” 

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Contudo, o COP arvorando-se em continuador da Sociedade Promotora da Educação Física Nacional (SPEFN), tem vindo a insistir na data de 26 de Outubro de 1909 como a da sua fundação, atrasando deste modo, mais de três anos a institucionalização do Olimpismo em Portugal.

A Questão da Fundação do COP

Placa 1912-1962

Cem Anos

Gustavo Pires

O Comité Olímpico de Portugal (COP), durante o ano de 2009, comemorou os seus cem anos de vida, mais concretamente a 26 de Outubro que é a data que nos seus estatutos consta como a data da sua fundação em 1909.

O problema é que o COP comemorou cem anos, sem que os tenha cumprido, na medida em que a data em causa, segundo muitos investigadores que se têm dedicado ao estudo do Movimento Olímpico em Portugal não tem nem a consistência nem a credibilidade necessárias. De facto, a referida data, de há diversos anos a esta parte, tem sido posta em causa, desde logo pelo antigo Inspector Superior da Direcção Geral dos Desportos, Dr. Orlando Azinhais, bem como pelo jornalista do Diário de Notícias Sequeira Andrade e até pelo actual presidente da Confederação do Desporto de Portugal o Prof. Carlos Cardoso.

O Currículo Desportivo do Rei D. Carlos

Dom CarlosD. Carlos I – O Mal Compreendido

Gustavo Pires
 
O Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, inaugurou no passado dia 1 de Fevereiro de 2008 em Cascais, uma estátua de D. Carlos que representa o rei no iate “Amélia”, uma obra que homenageia um monarca que ficará para a história de Portugal como o “mal compreendido”.

O COP e o Fim da História

A Data da sua Fundação

José Pinto Correia (*) 

 Prestou o Senhor Engenheiro Lima Bello algumas informações e esclarecimentos sobre o artigo publicado pelo Fórum Olímpico de Portugal sobre a perspectiva histórica da fundação do Comité Olímpico de Portugal.

Esses esclarecimentos estão aqui no sítio do FOP. Mas merecem que sobre o verdadeiro sentido e significado da história, da sua veracidade e verdade objectiva se façam alguns inevitáveis comentários, tendo nomeadamente em consideração a relevância das anteriores e actuais funções do Engenheiro Lima Bello no Movimento Olímpico nacional e internacional.

O Movimento Olímpico em Portugal

O Conde de Fontalva

2º Presidente do Comité Olímpico Português

Está por fazer a história do Movimento Olímpico. Sobretudo a relativa ao período que decorre entre 1913 após a morte de Mauperrin Santos (13/06/1857- 15/12/1913) primeiro Presidente do Comité Olímpico Português fundado em 30 de Abril de 1912, e 1924 quando José Pontes foi eleito Presidente do COP em substituição do Com.te Prestes Salgueiro que tinha sido indigitado em 1919 para fazer ressurgir o Movimento Olímpico em Portugal a fim de preparar a equipa portuguesa para participar nos Jogos Olímpicos de 1920 que se realizavam em Antuérpia.

Dos vários assuntos a tratar relativamente a este período está certamente o do Conde de Fontalva.

Francisco Lázaro

Francisco LázaroA Emborcação no Treino

 Gustavo Pires

Na “Revue Olympique” nº 80 de agosto de 1912 pode ler-se que, pela primeira vez, desde que os Jogos Olímpicos foram restaurados, o Movimento Olímpico foi atingido pelo luto quando um corredor português sofreu um golpe de insolação que lhe foi fatal. Francisco Lázaro morreu no dia seguinte num hostpital de Estocolmo.

Ao cabo de dezasseis anos, desde que os Jogos Olímpicos da era moderna tinham, pela primeira vez, acontecido em Atenas no ano de 1896, morreu um atleta em plena competição. Diz o articulista que apesar da prova ter sido realizada num período quente do dia, o que é facto é que o colapso do atleta não poder ser atribuído ao ligeiro calor sueco (légère chaleur suédoise) uma vez que o calor em Portugal, a que o atleta estava habituado, era muito mais intenso. E o articulista avança para a suposição de que seria muito mais provável que o colapso de Francisco Lázaro (1888-1912) tivesse sido provocado por uma qualquer causa intestinal.

Francisco Lázaro era carpinteiro de uma fábrica de carroçarias de automóveis na Travessa dos Fiéis de Deus no Bairro Alto em Lisboa, foi o porta-estandarte da equipa portuguesa que participou nos Jogos da V Olimpíada da era moderna.

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