Portuguese English

Olimpíada Nacional em História do Brasil

NuzmanA Incrível Proibição do Uso da Palavra Olimpíada

Há muito que se esperava um ataque do Comité Olímpico Brasileiro (COB) ao uso dos símbolos e do emblema olímpicos. O mesmo já aconteceu em Londres em situações bem ridículas que só fazem com que as pessoas olhem para o Comité Olímpico Internacional (COI) com desconfiança e até desprezo. Em Portugal, também o Comité Olímpico de Portugal quis impedir a existência deste Fórum Olímpico sem o conseguir. Os Tribunais portugueses não o permitiram. Entretanto, o Governo português, num excesso de zelo e exorbitando a sua própria vocação, fez publicar um diploma legal, o Decreto-Lei n.º 155/2012 de 18 de julho, que ficará certamente para a história do desporto como a peça mais estrambólica do direito desportivo português.

Carta Olímpica

Carta Olímpica 1921As Voltas que a Carta Dá

Gustavo Pires

 

Se repararmos na evolução das Cartas Olímpicas (CO) ao longo dos tempos podemos verificar que, durante os quase cento e vinte anos de vida do Comité Olímpico Internacional (COI), entre, anuários, cartas, aditamentos, protocolos e regras de interpretação podem-se contar inúmeras alterações, acrescentos e correções, aliás, como não podia deixar de ser. Quer dizer, as CO não têm sido documentos estáticos, mas, pelo contrário, têm revelado uma dinâmica a todos os títulos notável que, muitas vezes, não tem sido acompanhada pelo interesse dos dirigentes desportivos que, por dever de ofício, as deviam ter “na ponta da língua”.

 

A Carta Olímpica (CO) é o código dos Princípios Fundamentais do Olimpismo, das Regras e dos Textos de Aplicação adotados pelo Comité Olímpico Internacional (COI). Regula a organização, as ações e as operações do Movimento Olímpico (MO) e estabelece as condições para a celebração dos Jogos Olímpicos. Na sua essência, a Carta Olímpica tem três propósitos principais:

a) A Carta Olímpica, enquanto documento de base de natureza constitucional, estabelece e enfatiza os princípios funda  mentais e os valores essenciais do Olimpismo.

b) A Carta Olímpica serve também de Estatutos para o Comité Olímpico Internacional.

c) Adicionalmente, a Carta Olímpica define os principais direitos e obrigações recíprocos dos três principais constituintes do Movimento Olímpico, nomeadamente o Comité Olímpico Internacional, as Federações Internacionais e os Comités Nacionais Olímpicos, bem como os Comités Organizadores dos Jogos Olímpicos, os quais são obrigados a respeitar a Carta Olímpica.

(Carta Olímpica, 2011)

Carta Olímpica

As Voltas que a Carta Dá

Gustavo Pires

Se repararmos na evolução das Cartas Olímpicas (CO) ao longo dos tempos podemos verificar que, durante os quase cento e vinte anos de vida do Comité Olímpico Internacional (COI), entre, anuários, cartas, aditamentos, protocolos e regras de interpretação podem-se contar inúmeras alterações, acrescentos e correções, aliás, como não podia deixar de ser. Quer dizer, as CO não têm sido documentos estáticos, mas, pelo contrário, têm revelado uma dinâmica a todos os títulos notável que, muitas vezes, não tem sido acompanhada pelo interesse dos dirigentes desportivos que, por dever de ofício, as deviam ter “na ponta da língua”.

 

A Carta Olímpica (CO) é o código dos Princípios Fundamentais do Olimpismo, das Regras e dos Textos de Aplicação adotados pelo Comité Olímpico Internacional (COI). Regula a organização, as ações e as operações do Movimento Olímpico (MO) e estabelece as condições para a celebração dos Jogos Olímpicos. Na sua essência, a Carta Olímpica tem três propósitos principais:

a) A Carta Olímpica, enquanto documento de base de natureza constitucional, estabelece e enfatiza os princípios funda  mentais e os valores essenciais do Olimpismo.

b) A Carta Olímpica serve também de Estatutos para o Comité Olímpico Internacional.

c) Adicionalmente, a Carta Olímpica define os principais direitos e obrigações recíprocos dos três principais constituintes do Movimento Olímpico, nomeadamente o Comité Olímpico Internacional, as Federações Internacionais e os Comités Nacionais Olímpicos, bem como os Comités Organizadores dos Jogos Olímpicos, os quais são obrigados a respeitar a Carta Olímpica.

(Carta Olímpica, 2011)

Desporto, Sociedade & Comunicação Social

O COP e a Organização do Futuro

Fernando Tenreiro

Ao comemorar os seus 40 anos o Expresso fala da esperança de um treinador de futebol novo no campeonato inglês, do glorioso Benfica, do sempiterno Eusébio Ferreira da Silva, do Barcelona e do Dakar. A imagem para comemorar os 40 anos do Expresso são o Futebol, o futuro com o Barcelona e Messi e o desporto motorizado.

Um comentador da comunicação social desportiva assegurava no Expresso depois do Euro 2012, qualquer coisa do género, 'não mexam no futebol'. Eis a percepção que a sociedade tem do desporto português de quarenta anos enquanto sector que afinal soçobra e onde não existem líderes com arcaboiço social para o retirar de tal local profundo.

1ª Olimpíada da Era Moderna

de 1 de Janeiro de 1896 ... a 31 de Dezembro de 1899

Embora pudessem existir algumas confusões, para Pierre de Coubertin a palavra Olimpíada não merecia qualquer dúvida. Era claro que os Jogos Olímpicos (JO) correspondiam a uma determinada Olimpíada cuja contagem começava na primeira Olimpíada que se iniciou a 1 de janeiro de 1896, quer dizer, no ano em que aconteceram, em Atenas, os primeiros JO da era moderna. Depois, independentemente dos JO se realizarem ou não a contagem da Olimpíada prosseguia como aconteceu em 1916 e 1940 em que, devido às guerras, os JO não se realizaram. Era também claro que a Olimpíada era determinada pelos JO de verão que eram os Jogos da Olimpíada.

Entretanto, a questão começou a ficar bem formalizada na Carta Olímpica (CO) de 1924 quando esta diz que: “os JO deverão necessariamente acontecer durante o primeiro ano da Olimpíada que estão destinados a celebrar: 1924 para a VIIIª Olimpíada; 1928 para IXª; e 1932 para a Xª Olimpíada.”

António Prestes Salgueiro

Prestes Salgueiro3º Presidente do Comité Olímpico Português

António Luís de Gouveia Prestes Salgueiro (1891-1950) foi Presidente do Comité Olímpico Português de 1919 a 1923. Pouco se conhece da sua ação enquanto presidente do COP. É um trabalho a fazer.

Sabe-se mais da sua carreira militar.

Foi oficial de marinha tendo tomado parte na campanha de Moçambique (3.ª expedição, 1916) na esquadrilha de embarcações do cruzador Adamastor.

Foi condecorado com a Cruz de Guerra de 1.ª classe.

Foi Governador Civil de Lisboa de 23 de Fevereiro de 1919 a 25 de Março de 1920 e  Deputado por Moçambique (1921), Capitão dos Portos de Quelimane (1922-1923) e Vila Real de Santo António (1926).
Participou no movimento revolucionário de 1927, no levantamento dos marinheiros de Vila Real de Santo António, mas teve de bater em retirada. Esteve expatriado durante cinco anos. Nos dois últimos anos da sua vida, presidiu à Comissão Distrital de Lisboa do Movimento de Unidade Democrática.

FOP: 01-01-2013

Dados obtidos: http://luisdantas.skyrock.com/2817858472-ANTONIO-LUIS-DE-GOUVEIA-PRESTES-SALGUEIRO.html

Conde de Fontalva

Alfredo Ferreira dos Anjos

O título de Conde de Fontalva (1860-1927) foi criado por decreto de 30 de Janeiro de 1890 do rei D. Carlos I de Portugal a favor deAlfredo Ferreira dos Anjos, 1º conde de Fontalva.

Jayme Mauperrin Santos morreu no ano seguinte a ter sido eleito Presidente do Comité Olímpico Português. A “Revue Olympique” n.º 97, Janvier 1914: Le Comité Olympique portugais a été récemment éprouvé par la mort de son distingué président M. le Dr. Mauperrin Santos. Le Comte de Fontalva a été élu à la présidence à la suite de ce triste événement.

Contudo, o Conde de Fontalva, até esta data, tem sido ignorado pelo COP como tendo sido o seu segundo presidente.

O Conde de Fontalva foi eleito Presidente do COP em 1913 em vésperas da 1ª Grande Guerra onde Portugal havia de desgraçadamente participar. Quanto ao Movimento Olímpico já havia pouco a fazer. As disputas políticas e partidárias que assolavam o País, como não podia deixar de ser, tiveram enormes repercussões no mundo do desporto que também se envolveu em lutas intestinas, pelo que acabou por não resistir nem à voragem da República nem, depois, à tragédia que foi a Iª Grande Guerra Mundial (1914-1918). Em consequência, o COP entrou num processo de desagregação interna do qual só viria a recuperar, por intervenção do Governo, já depois da guerra.

FOP, 01-01-2013.

 

Os Seis de Estocolmo

Os Seis de EstocolmoApresentação do Livro

O ano de 2012, ano em que se comemoram os 100 anos de existência do Comité Olímpico de Portugal, tem sido  extraordinariamente rico na produção de literatura desportiva relativa ao Movimento Olímpico.

Surge agora mais um livro intitulado  "Os 6 de Estocolmo" da autoria de Francisco Pinheiro e Rita Nunes.

Associado ao lançamento do livro "Os 6 de Estocolmo" será apresentado um documentário acerca de Francisco Lázaro e da primeira participação portuguesa nos Jogos Olímpicos da era moderna.

O lançamento está marcado para o dia 19 de dezembro, às 18 horas, no Museu Nacional do Desporto aos Restauradores, em Lisboa.

 

Carta Olímpica

AtenasPreâmbulo

Olimpismo moderno foi concebido por Pierre de Coubertin, por cuja iniciativa se realizou o Congresso Atlético Internacional em Paris em junho de 1894. Em 23 de junho de 1894 constituiu-se o Comité Olímpico Internacional (COI). Os primeiros Jogos Olímpicos (Jogos da Olimpíada) da era moderna foram celebrados em Atenas, Grécia, em 1896. Em 1914, foi adotada a bandeira olímpica apresentada por Pierre de Coubertin no Congresso de Paris (congresso onde se comemoraram os dez anos de existência do COI). Inclui os cinco anéis entrelaçados, que representam a união dos cinco continentes e a reunião de atletas de todo o mundo nos Jogos Olímpicos. Os primeiros Jogos Olímpicos de inverno foram celebrados em Chamonix, França, em 1924. (Carta Olímpica, versão de 8 julho 2011)

Não houve cartaz oficial dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna ou Jogos Olímpicos da primeira Olimpíada da era moderna. Ficou-nos a capa do relatório do evento.

 

Londres 2012

Londres 2012As contas de Londres 2012

José Pinto Correia

Em Londres 2012 completou-se mais um Ciclo Olímpico. A preparação da participação portuguesa em mais esta edição dos Jogos Olímpicos foi confiada ao Comité Olímpico de Portugal (COP). O governo anterior assinou para tal com o COP um contrato que fixava os termos da respectiva preparação e representação nacional nos Jogos e concedia o respectivo apoio financeiro para que aquela participação se viesse a concretizar da melhor forma possível.

Sabe-se que desta vez nem governo nem mesmo o COP tinham fixado objectivos desportivos que pudessem ser cifrados na obtenção de medalhas olímpicas. Porque o fracasso no alcance dos objectivos estabelecidos a esse nível para os Jogos de Pequim 2008 tinha feito com que para esta edição nem os governantes nem os responsáveis olímpicos quisessem assumir tais responsabilidades.

Páginas

Subscreva Fórum Olímpico de Portugal RSS

Menu principal

by Dr. Radut